-Está bem Lucy, já que você não quer me falar não saímos daqui enquanto você não me dizer o que está acontecendo. -Ele disse encostando no banco do carro e cruzando os braços.
-Tudo
bem então, Ficamos aqui e quando chegar na sua casa você explica a sua mãe
porque eu me atrasei.
-Ou
você me fala o que está acontecendo agora,Ou você não chega em minha casa hoje,
e minha mãe não vai saber que foi por minha culpa, daí você arruma um tipo de
desculpa para poder continuar na minha casa,Você escolhe Lucy.
-Diastin
você quer realmente saber, vou te falar. Eu perdi meu pai a um mês e minha mãe
já acha que pode ter outro dentro de casa, já pode amar outro desconhecido, eu
não quero ficar lá na sua casa trabalhando enquanto ela fica lá com outro sem
ao menos pensar na vida, entendeu é isso hoje de manhã eu discuti com ela,
falei pra ela que se ela tiver outro eu não fico mais com ela, não tenho para
onde ir mais eu não fico com ela, eu sinto falta do meu pai sinto falta da
minha vida de 2 meses atrás, você não me entende, toda vez que eu tenho que
falar sobre esse assunto eu me sinto mais e mais fraca, eu quero meu pai de
volta, mais eu sei que eu não posso ter ele aqui comigo, então eu preciso de
forças para seguir em frente, mais força é o que eu menos tenho agora.-Falei
deixando que lágrimas tomasse conta do meu rosto.
-Lucy
me ouve, eu quero te ajudar, já que somos amigos agora, você querendo ou não eu
quero seguir em frente com você, será que eu posso te fazer sorrir quando você
quer mais chorar, eu sei que você se faz dessa garota ai durona mais também sei
que você tem um coração mole ai dentro de você, sei que nos nós conhecemos
ontem mais não sei o que está acontecendo as coisas ta indo muito rápido, e
pode ter certeza se você não tiver para onde ir eu te levo para minha casa,
deixa eu te ajudar Lucy?
-Se
você realmente me entendesse, mais você não sabe a dor que eu estou sentido,
você não sabe o que é ficar sem um pai que te dava amor,carinho que te ajudava
na hora que você mais precisasse.
-Sim
Lucy eu sei como é sim, eu fiquei sem meu pai pela vida inteira, hoje eu tenho
19 anos, você acha que é fácil passar o natal, o dia dos pais, ano novo e essas
coisas que reuni as famílias cem meu pai, então eu passei por isso pela
minha vida inteiro, e hoje eu estou aqui seguindo em frente com a cabeça
erguida, se eu superei essa dor porque você também não pode, porque você não
pode contar com minha ajuda.
-Sério
isso,Mais eu não sei se você realmente está falando a verdade, eu vou ser uma
empregada na sua casa, vou ajudar na cozinha e tudo mais, você realmente vai me
considerar importante.
-Claro
que sim Lucy, eu não ligo para essas coisas, pra mim você podia até ser uma
moradora de rua que eu realmente iria me importar com você.
-Então
me ajude a seguir em frente me mostre como é o mundo sem um pai, me ajude, eu
não sei se tenho forças para seguir em frente.
-È
o que eu mais quero agora.-Ele disse me puxando para poder me abraçar, eu não
recusei o abraço quem sabe ele realmente poderia me ajudar.
-Agora
vamos Diastin, chegando na sua casa você explica para sua mãe porque cheguei
meia hora depois ta OK. -Falei limpando as lágrimas do meu rosto.
-Prometo
que falo para ela que nós resolveu dar uns pegas no meio do caminho. -Ele
realmente me fazia rir até nas horas mais difíceis.
-Olha
aqui Diastin eu vou...
-Cala
boca Lucy.
-Idiota,Liga
esse carro e não manda eu calar boca, você não manda em mim, anda Diastin eu já
estou atrasada.
-Ta
bom, Meninas brava você,problemas de mulheres é tão sérios assim. -Ele disse,
dando partida no carro.
-Pronto
já chegamos.
-Não.-Ele
tinha parado o carro novamente.
-Mais
que caralho Diastin, abre a merda dessa porta agora,eu vou andando.
-Calma
antes quero te falar uma coisa.
-Fala
logo que eu não tenho tempo para você mais não.
-Você
já é uma das pessoas que eu realmente quero me importar, mesmo te conhecendo
ontem, eu quero ter uma amizade com você, mais eu quero que você me conte tudo
o que estar acontecendo, não quero que você guarde as coisas de mim, tudo bem?
-Tudo
Diastin, vamos agora? -Esse Justin eu não conhecia.
-Vamos
aliás, já estamos chegando.
-Sua
mãe vai me matar.
-Eu
não vó deixar ela matar minha amiguinha. -Ele disse com uma cara de deboche.
-Você
é um idiota.
-você
também.
-já
chegamos?
-Lucy
se eu não parei o carro ainda você acha o que, calma.
-Ai
nossa você é um grosso.
-Chegamos.
-Ele disse entrando por aquele jardim imenso, que eu tinha visto ontem,quando
fui conhecer a casa.
-Finalmente,
Estou pronta para dar desculpas para sua mãe.
-Eu
sei que você me adora,mais eu falo com minha mãe.-Ele falou descendo do carro.
-Achei
que iria abrir a porta para mim.
-Claro
que não você tem mão você sabe fazer isso sozinha.
-Grosso,Idiota,
Te odeio a um dia e meio, sai da minha frente.
-Também
amo seu jeito de ser. -Ele disse me puxando pelo braço,e colando nossos corpos.
-Diastin
me solta, apenas amigos, nada além esqueceu.
-Há
então você acha que eu vou lá falar com minha mãe de graça, quero um beijinho
querida.
-Bom
dia. -Disse uma voz familiar,sim era Pattie.
-Bom
dia mãe.
-Boom
Dias Dona Pattie. -Era incrível mais Justin não tinha me soltado ainda.
-Bom
Dias querida, está pronta para seu primeiro dia?
-Sim
mãe ela está ótima para o primeiro dia.
-Me
solta Diastin. Mais como Dona Pattie não vai brigar comigo não vai falar que
não precisa mais de meus trabalhos. -Falei com medo da resposta que ela daria,
pois estava muito nervosa, até que ela começou a rir do nada.
-Não
Lucy eu mandei uma mensagem para minha mãe, avisando que você iria chegar
depois do horário que ela te avisou ontem.
-Vocês
dois juntos é uma comédia, só me fazem rir. -Disse Pattie morrendo de rir, pois
Diastin ainda tava agarrado em mim.
-Diastin
me solta seu idiota, -Disse o empurrando para longe, era incrível como eu
consegui empurrar ele.
-Ai
Lucy até agora mesmo você estava dizendo que me ama e blá blá blá. Você fala
tanto que meus ouvidos estão com trauma de sua voz.
-Chega
Diastin, você é mentiroso convencido e muito mais, agora da licença que eu
quero conversar com sua mãe.
-Você
agora chama ela de minha mãe, antes você tava chamando ela de sogra.
-Sai
daqui , sai , sai.
-Você
sempre sendo grossa.
-Vocês
parece que se conhecem a anos, incrível vocês dois juntos. -Disse Pattie, ela
ainda não tinha parado de rir.
-Pronto
já que ele se foi, me diz o que preciso fazer. -Disse me sentando em uma banco
que tinha ali na área da casa junto com Pattie.
-Hoje
você vai comigo as compras, e se precisar ajudar a Maria na cozinha. -Ela
sempre é calma em tudo.
-OK.
Realmente Dona Pattie me desculpe por chegar depois do horário que a senhora me
pediu que eu chegasse, sabe seu filho é um irritante, prefiro vim de táxi ou de
a pé, ele que não para de falar eu falava para ele que a senhora iria me matar,
ele me respondeu, Eu não vou deixar minha mãe matar minha amiguinha.
-Estou
falando que vocês dois é uma comédia, Mais não se preocupe é claro que eu não
iria te matar, era só você chegar e me dizer o porque chegou atrasada, mais
Justin já fez isso por você. -Ele disse com um sorriso no rosto.
-Mais
ele realmente é um irritante.
-Tenho
que concordar com você, mais vamos para dentro,preciso pegar umas coisas para
nós poder ir ao mercado.
-Vamos.-Falei
com um sorriso meio torto pois ter que olhar para a cara de Justin só me
deixava com os nervos a flor da pele, mais Justin me ajudou hoje de manhã,eu
teria que ser uma boa "Amiga"para ele realmente.
-Entramos.-E
então me deparo com Justin só de cueca boxear, aquilo era uma visão do paraíso,
ele estava deitado no sofá, quando me viu colocou uma almofada em cima de seu
colo.
-Oi
Lucy, Oi Mãe. -Ele não perdia uma chance de me irritar, ignorei seu Oi e fui
seguindo Dona Pattie.
-Oi
Justin,Vai vestir roupa. -Dessa vez deu vontade de rir na cara dele, mais ele
ia dar o troco.
-Até
parece que você nunca viu o garotão aqui só de cueca, confessa mãe que sou um
gostoso.-Como ele era ridículo.
-Você
só é esse gostoso ai que você fala porque tem a quem puxar a mim, Lucy querida
vou lá no meu quarto pegar minha bolsa para nós poder ir.
-OK
Dona Pattie, enquanto isso fico aqui te esperando. -Eu não gostava nada da
ideia de ficar perto de Justin sozinha,
pois ele estava de cueca na minha frente, e ele era muito fresco.
-Ei
senta aqui. -Disse Justin.
-Não,
Obrigada!
-Você
vai sentar aqui sim nem que seja as força.
-Então
me obriga, você não manda em mim garoto coloca isso na sua cabeça.
-Somos
amigos esqueceu.
-Agora
tudo você vai falar "Somos Amigos".
-Vem
aqui senta aqui logo, enquanto minha mãe vai lá e pega a tal bolsa, Você tem
medo de mim, eu não mordo só se você pedir. -Ele disse vindo em minha direção.
-Disso
eu já desconfiava, pois você tem cara de cachorro.
-Anda
vem aqui senta.-Ele disse me puxando pelo braço.
-Tá
eu sento mais você fica longe de mim .
-Tá
OK, ele disse sentando do meu lado. -Ele só sabe me provocar.
-Você
não ouviu Diastin, longe de mim.
-Quer
saber, vem cá. -Ele disse me puxando para seu colo.
-Me
solta seu ridículo.
-Me
obriga, garota você não manda em mim coloca isso na sua cabeça. -Eu odeio esse
garoto.

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